A Organização Mundial da Saúde volta atrás e recomenda levar em conta as pessoas que precisam trabalhar

31/03/2020

Aqueles governadores que lutaram contra Bolsonaro na insistência da quarentena geral quebraram a cara. O presidente estava certo desde o início. Em vídeo que circula no mundo todo, o presidente geral da OMS recomenda uma quarentena que leve em conta as pessoas que precisam trabalhar para viver (assista ao vídeo em nossa matéria). Diz que nem todos os países tem como bancar as pessoas que ficam em casa.

Os governadores com a finalidade política e de promover o caos para ter do que culpar Bolsonaro, insistiram numa quarentena horizontal em que todos ficam em casa, sem levar em conta a falta de recursos que as pessoas tem podendo chegar até a passar fome.

Usaram o argumento de que estavam seguindo recomendações da OMS e criticaram insistentemente o governo. Por sua postura equilibrada, procurando fazer tudo pelo atendimento às vítimas do covid-19, mas ao mesmo tempo sem esquecer do resto da população que é quase 100%, pois os infectados não chegam nem a 1%, Bolsonaro foi duramente criticado e perseguido por todos os políticos de esquerda e pela mídia interesseira.

Mas estava certo desde o início. Teve sempre uma visão a frente de seu tempo. Percebia claramente que não é possível manter as pessoas sem trabalhar e permitir a falência de milhões de pequenas e médias empresas além de autônomos de todas as espécie.

Agora, depois de ver o estrago que a quarentena horizontal está causando no mundo e em face do coronavírus não ser tão contagioso nos países abaixo do equador (o caso do Brasil), o presidente da OMS Tedros Adhanom Ghebreyesu, no cargo desde 2017, volta atrás e pede que os governos pensem também nas pessoas:

"Se fecharmos ou limitarmos movimentações, o que acontecerá com estas pessoas... Que tem que trabalhar todos os dias e tem que ganhar o pão de cada dia todos os dias? Então cada país, baseado em sua situação deveria responder a esta questão."

"Não estamos olhando como um impacto econômico num país. "ou" A perda média do PIB. Ou sabe, as repercussões econômicas. Também temos que ver o que significa para o indivíduo nas ruas".

"E isso deve ser levado em conta, porque todo indivíduo importa. E a maneira como cada indivíduo é afetado pelas nossas ações, tem que ser considerado. E é isso que estamos dizendo".

Tedros frisa que "todo indivíduo importa". Uma recomendação totalmente contrária às ações dos governadores dos estados que insistem em dar importância apenas aos infectados deixando todo os resto à própria sorte, perdendo emprego, vendo seus filhos passar fome, e a falta de recursos apertando a cada dia que passa.

Enquanto milhões de pessoas passam necessidades por culpa dos governadores que os mantem em prisão domiciliar, estes se preocupam em criticar Bolsonaro por ter andado pelas ruas de Brasília no domingo junto ao povo.

Caba aos brasileiros divulgar ao máximo esse vídeo do presidente da Organização Mundial da Saúde, pois certamente a mídia alarmista não o fará, pois perderá todo seu crédito na insistência de gerar o caos no Brasil. (Leonardo Bezerra)