15 de março; todos nas ruas contra Maia e Alcolumbre que ameaçam brecar todos os projetos do governo Bolsonaro

21/02/2020

Apesar do excelente governo que vem transformando o Brasil rapidamente em todos os sentidos, inimigos ferozes e invejosos fazem de tudo para barrar Bolsonaro e assim brecar todas suas ideias e crescimento do país. Os dois maiores inimigos são Maia e Alcolumbre que agora ameaçam não colocar em pauta de votação nenhum projeto do Governo numa clara chantagem pedindo em troca a aprovação de Bolsonaro dos 30 bilhões para suas bases.

Na verdade, esses dois tem aos poucos destruído tudo que o governo faz, por exemplo a quantidade de emendas que agregam aos projetos descaracterizando totalmente as ideias do Governo. Transformaram-se em dois primeiros-ministros num país presidencialista.

Essa questão do orçamento para bases eleitorais pode ser entendida da seguinte forma: Parlamentares que precisavam de recursos da União para suas bases tinham que pedir ao governo federal através de emendas ao orçamento e o governo decidia se aprovava ou não.

Isso funcionava como uma espécie de moeda de troca para ter seus projetos de lei e medidas provisórias aprovadas. Mas em julho esses mesmos políticos ambiciosos aprovaram a PEC do orçamento impositivo. Ou seja, o Governo é obrigado a aceitar essas emendas sem nada em troca. Isso significa que o Congresso pode gastar o dinheiro que seria aplicado por exemplo em educação, saúde, segurança, etc. em suas bases eleitorais visando ganhar eleições.

Essas emendas chegaram a 10 bilhões, o que é muito dinheiro para ser gasto com políticos. Mas com a finalidade de prejudicar de vez o Governo Bolsonaro, resolveram aumentar esse montante para 30 bilhões. Como isso não foi aprovado por Bolsonaro, então partiram para a chantagem que é "não colocar em pauta para votação os projetos do Governo". Isso equivale a brecar o funcionamento do Governo, deixar estagnado e sem ação.

Assim, tudo que será pautado para votação no Congresso será de interesse de Maia e Alcolumbre, que por assim dizer, se transformam em dois primeiros-ministros como no sistema parlamentar.

Acontece que o povo brasileiro votou em Bolsonaro e num regime presidencialista onde o comando emana do povo representado pelo presidente.

Para acabar com essa grande safadeza arquitetada por esses dois destruidores da pátria, o povo precisa ir às ruas no dia 15 de março a pedido do General Heleno para mostrar que quem manda é o povo e inclusive através dessa demonstração as forças militares poderão agir no sentido de arrancar os dois endeusados de seus tronos, isso tudo dentro da lei como já aconteceu em outros países.

Maia nem sequer devia estar neste posto, pois não é brasileiro nato, é chileno, num cargo reservado a brasileiros natos. Por outro lado, estiveram recentemente em almoço com o pessoal do STF, certamente para arquitetar e receber apoio quando os generais vierem para cima deles.

Mas dessa vez, o povo e os generais já não aguentam mais. Dia 15 de março será um divisor de águas para mostrar quem é que manda neste país se o povo ou dois ditadores irresponsáveis e gananciosos. Portanto, fica a convocação geral para 15 de março o Brasil em peso nas ruas em apoio aos generais contra esse nefasto sistema parlamentarista clandestino que aos poucos está se implantando com a única finalidade de prejudicar Bolsonaro. (Leonardo Bezerra)