Artistas lacradores sempre foram inimigos do Brasil e continuam cada vez pior

02/02/2020

Há um grupo de artistas, que sempre viveram sem fazer nada de útil além de destruir a mente das pessoas despreparadas. Com aspecto e fingimento de intelectuais, muitos, sem formação nenhuma, se uniram para segurar o povo em torno de suas cretinices e ao mesmo tempo afastar os artistas verdadeiros dos brasileiros.

Para se ter uma ideia, o grupinho fechado formado por Caetano Veloso, Gilberto Gil, Chico Buarque, Maria Bethânia, Gal Costa, e vários outros que se integraram ao grupo, se apoderaram por décadas da música popular, como deuses absolutos.

Isso vem desde o governo Militar, que eles combatiam e chamavam de ditadura (mesmo porque não sabem definir o que é uma ditadura). Para eles; se não cantasse música parada, que dá até sono, com letras enroladas que ninguém distingue coisa nenhuma, não servia.

Por exemplo, a música sertaneja para eles era um terror, pois era simples e direta.

O único movimento que conseguiu dominá-los por um tempo foi a "Jovem Guarda", com músicas românticas e alegres que falavam quase sempre do amor, que é, realmente o que as pessoas esperam.

Passada a Jovem Guarda, o grupinho continuou ditando suas ideias todas de esquerda onde o que não presta é o que vale. O cúmulo veio acontecer no governo Lula com a escolha de Gilberto Gil para ministro da Cultura, como se tocar uma guitarrinha fosse sinônimo de grande conhecimento cultural para ser digno da referida pasta.

Hoje essa turma continua dando uma de intelectual e agora tentam combater o Governo Bolsonaro por todos os meios e criticam Regina Duarte por ter assumido a Secretaria da Cultura.

Para se ter uma ideia mais aproximada dessa turma que se acha a boa, vamos pegar como exemplo apenas uma das produções de Chico Buarque, para que os brasileiros nunca esqueçam quem é a peça.

As novas gerações certamente não sabem, mas Chico Buarque escreveu e gravou umas das músicas mais humilhantes, infames e discriminatórias contra as mulheres e principalmente para as mulheres com o nome de "Geni", comum em outros tempos.

Os funks mais medonhos da atualidade são fichinha se comparando com a época de cada música. Ainda mais agravado pelo fato de que funk é feito para determinadas pessoas que compram seus CDs; não ficam tocando nas rádios populares, enquanto a canção "Geni e o Zepelim", de Chico Buarque chegou na época, a todas as rádios (era a época de ouro do rádio) e portanto entrava na casa de todas as pessoas e até mesmo crianças cantavam.

Muito estranho, que essa geração de feministas da atualidade e esses que só falam em direitos humanos nunca se manifestaram contra essa aberração criada pelo artista. É um verdadeiro hino de destruição de uma mulher. Uma música ofensiva, ainda mais porque usa o nome de uma mulher.

Imagine-se a humilhação que deve ter passado as "Genis" do Brasil no auge de sucesso dessa música. E isso ficou sem resposta, quando na verdade todas essas mulheres ofendidas deviam ser indenizadas por um dano moral tão grave. Para quem ainda tem dúvida sobre a tal canção, aqui está a letra:

Geni e o Zepelim (letra de Chico Buarque)

"De tudo que é nego torto Do mangue e do cais do porto

Ela já foi namorada.

O seu corpo é dos errantes, Dos cegos, dos retirantes;

É de quem não tem mais nada.

Dá-se assim desde menina Na garagem, na cantina,

Atrás do tanque, no mato.

É a rainha dos detentos,

Das loucas, dos lazarentos,

Dos moleques do internato.

E também vai amiúde Co'os os velhinhos sem saúde E as viúvas sem porvir.

Ela é um poço de bondade E é por isso que a cidade Vive sempre a repetir: "

Joga pedra na Geni! Joga pedra na Geni!

Ela é feita pra apanhar!

Ela é boa de cuspir!

Ela dá pra qualquer um!

Maldita Geni!"

Um dia surgiu, brilhante Entre as nuvens, flutuante, Um enorme zepelim.

Pairou sobre os edifícios, Abriu dois mil orifícios Com dois mil canhões assim.

A cidade apavorada Se quedou paralisada Pronta pra virar geléia,

Mas do zepelim gigante Desceu o seu comandante Dizendo:

"Mudei de ideia! Quando vi nesta cidade Tanto horror e iniqüidade,

Resolvi tudo explodir, Mas posso evitar o drama

Se aquela formosa dama Esta noite me servir".

Essa dama era Geni!

Mas não pode ser Geni!

Ela é feita pra apanhar;

Ela é boa de cuspir;

Ela dá pra qualquer um;

Maldita Geni!

Mas de fato, logo ela,

Tão coitada e tão singela Cativara o forasteiro.

O guerreiro tão vistoso,

Tão temido e poderoso Era dela, prisioneiro.

Acontece que a donzela (E isso era segredo dela),

Também tinha seus caprichos E ao deitar com homem tão nobre,

Tão cheirando a brilho e a cobre,

Preferia amar com os bichos.

Ao ouvir tal heresia A cidade em romaria Foi beijar a sua mão:

O prefeito de joelhos, O bispo de olhos vermelhos

E o banqueiro com um milhão.

Vai com ele, vai Geni!

Vai com ele, vai Geni!

Você pode nos salvar!

Você vai nos redimir!

Você dá pra qualquer um! Bendita Geni!

Foram tantos os pedidos,

Tão sinceros, tão sentidos, Que ela dominou seu asco.

Nessa noite lancinante Entregou-se a tal amante Como quem dá-se ao carrasco.

Ele fez tanta sujeira, Lambuzou-se a noite inteira Até ficar saciado

E nem bem amanhecia Partiu numa nuvem fria Com seu zepelim prateado.

Num suspiro aliviado Ela se virou de lado E tentou até sorrir,

Mas logo raiou o dia

E a cidade em cantoria Não deixou ela dormir: "

Joga pedra na Geni!

Joga bosta na Geni!

Ela é feita pra apanhar!

Ela é boa de cuspir!

Ela dá pra qualquer um!

Maldita Geni!"

Alguém que tenha feito uma maldade dessas, se fosse honesto, devia se esconder e nunca mais aparecer em público. Mas em vez disso o cantor é endeusado pela esquerda e suas opiniões são como coisas certas e boas. Há toda uma geração deturpada por anos de doutrinação petista que vê as coisas más com a maior normalidade. São como robôs programados.

Por sorte o Brasil está mudando. Muito lixo está sendo arrancado e com certeza esses falsos intelectuais não escaparão e assim tanto eles como suas obras só tem um destino inevitável no Brasil novo, "a lata de lixo". (Leonardo Bezerra)