Congresso planeja parlamentarismo disfarçado

12/12/2019

Nas últimas décadas, com o PT no poder, formou-se uma verdadeira corja de partidos igualmente corruptos que falavam a mesma língua. Agora com o novo Governo de Direita, torna-se extremamente difícil governar.

Bolsonaro é sem dúvidas o melhor presidente de todos os tempos na história do Brasil. Isso mostra não só seu carisma junto ao povo e a inteligência e bom senso na escolhas dos ministros como ainda mais a quantidade de benefícios trazidos à população em tão pouco tempo.

Mas é também o presidente que tem a maior quantidade de inimigos tanto externos como internos. Parece que há uma inveja, um rancor desses partidos fracassados que nunca fizeram nada de útil.

Fazem de tudo para bloquear o governo de todas as formas. Denegrindo sua imagem e de sua família, prorrogando votações importantes ou simplesmente votando contra. Por outro lado o STF desfaz tudo de bom que é feito como a soltura e presos e muito mais.

A Câmara e o Senado se tornaram os dois maiores inimigos do Governo. Não só tentando ao máximo atrapalhar como até buscam coisas antigas que lhes dê reforço. Agora por exemplo, os senadores se preparam para votar em plenário uma Proposta de Emenda Constitucional, (PEC) já aprovada na Comissão de Constituição e Justiça, a tal PEC nº 48 que na prática cria um sistema semiparlamentarista no Brasil a partir de janeiro.

Claro que uma desgraça dessas não poderia ser de autoria de outra pessoa que não fosse Gleisi Hoffmann, quando ainda senadora em 2015. É simplesmente mais um meio para Congresso e Senado reinarem absolutos ao menos no que se refere aos recursos.

A referida emenda permite a transferência de recursos de emendas parlamentares a estados e municípios. Claro que o Planalto vai vetar a emenda, mas como se sabe o Governo Bolsonaro é o que mais tem vetos derrubados pelo Senado desde 1988. Portanto, parece mesmo que Congresso e Câmara querem estabelecer um reinado absoluto. Esquecem do povo que votou em Bolsonaro, que acredita em seus ideais e em tudo que ele faz.

Os inimigos nessas casas são tão acirrados que até comemoram quando derrubam um veto do Presidente. Aqui a frase "o inimigo mora ao lado" não é uma ficção, mas verdadeira.

A grande sorte do povo brasileiro na escolha de Bolsonaro é que ele parece inatingível, é como se estivesse blindado por Deus. Por mais que essa corja faça, nada o atinge, as coisas malignas que preparam acabam se virando contra eles mesmos. Assim, provavelmente esse poderio parlamentar que agora almejam pode virar-se contra eles.

Nenhum outro Governo teria como sobreviver se não fosse Bolsonaro. Este, além do apoio do povo, conta com os militares e com homens dos mais inteligentes e cordatos que surgiram nos últimos tempos, "os ministros", e até mesmo a esmagadora maioria de empresários que sabem perfeitamente que para o Brasil crescer só é possível com um governo sem corrupção e voltado para o desenvolvimento.