Festival de cinema da Suécia ataca Bolsonaro taxando-o de "inimigo número um"

27/01/2020

O Festival de Cinema de Gotemburgo, Suécia, inaugurado dia 24 dá destaque especial ao Brasil em sua 43ª edição. O motivo é um só, atacar Bolsonaro por ele não concordar com a política de financiamento de filmes brasileiros que atentam contra a família e promovem pornografia além de outras aberrações.

Vindo da Suécia, país onde a pornografia é coisa de criança não é de se admirar que estejam contra Bolsonaro. O Festival gira em torno de por um lado, homenagear o cinema brasileiro atual, que como se sabe, vai bem ao gosto da Suécia, com muito sexo, drogas, e todo tipo de deturpação moral e por outro atacar Bolsonaro; "inimigo número um do cinema", segundo os organizadores.

Todo o ódio que os cineastas brasileiros levaram ao festival vem da política de Bolsonaro que afirmou que o "Estado não financiaria 'pornografia', e indicava que os cineastas brasileiros deveriam defender valores da família e prestar homenagem aos heróis brasileiros". Coisas, que é claro, não agradam nenhum cineasta acostumado a nadar no lixão da imoralidade como se no Brasil não houvesse nenhuma outra coisa para mostrar além de sexo, drogas e violência.

O referido festival através de seu diretor artístico alerta para o risco de destruição do cinema brasileiro e diz "Talvez o cinema brasileiro nunca tenha sido melhor do que é agora". Isto pode ser para eles que gostam de porcaria, mas para o novo Brasil, baseado em valores morais e de patriotismo, não serve.

Para se ter uma ideia de que o cinema brasileiro atual não serve aos ideais do novo Brasil, basta lembrar que a Ancine foi criada no início dos anos 2000 em plena era Lula cujo ministro da cultura era Gilberto Gil. Só por esses dois fatores já dá para ver no que ia dar.

Por incrível que pareça o povo é que veio pagando essas aberrações do cinema, pois à época foram introduzidas taxas para canais de televisão e telefonia móvel para financiamento. E claro, que os valores dessas taxas, principalmente da telefonia móvel, acabaria sendo repassada ao custo final dos serviços pagos pelo povo.

Com essas políticas enquanto apenas três filmes foram produzidos em 1992, já em 2019 já se produzia mais de 300. Agora imagine-se a péssima qualidade dessas deturpações da realidade brasileira produzidos por cineastas sem caráter, sem moralidade e nem um pingo de patriotismo. Uma turma bem de acordo com Lula e Gilberto Gil, personagens distantes de saber o que é cultura brasileira.

O Festival de Gotemburgo exibe 18 filmes brasileiros. Entre os quais se destacam "Bacural" e "A Vida Invisível de Euridice Gusmão". Se parasse por ai, ainda seria um alívio, mas a coisa vai muito além; tem diversos filmes e documentários que abordam temas como a vida de adolescentes na periferia do Rio de Janeiro, temas relacionados às minorias LGBT, questão indígena na Amazônia, às mulheres e drama das pessoas viciadas em crack no centro de São Paulo", em resumo, só porcarias bem ao gosto dos suecos.

Neste festival não há nada de bom que represente o Brasil. Só as piores cenas com os piores personagens, como se o Brasil fosse um lixo. Por isso mesmo Bolsonaro está certíssimo em querer acabar com a farra desses cineastas nem um pouco patriotas que nem um bem fazem ao país.

Num pais com tantos lugares lindos e com tantas pessoas belas e histórias incríveis de superação, de criatividade esses produtores de lixo só merecem o desprezo dos brasileiros de bem e claro Bolsonaro foi o primeiro a perceber isso. (Leonardo Bezerra)