Globo já no fundo do poço; pede desculpas à família de criança estuprada e aos telespectadores

11/03/2020

A Globo já sem nenhuma credibilidade tenta corrigir erro imperdoável com fato ocorrido em rede nacional onde a emissora demonstra apoio e solidariedade a assassino e estuprador de criança. Tarde demais. Os brasileiros só estavam esperando por mais essa desgraça para malhar de vez e demonstrar seu repudio à essa emissora infernal que tantos males tem trazido ao povo brasileiro. Hoje, milhões de internautas fazem a farra malhando a Rede Globo.

Numa tentativa desesperada para manter o resto dos bobos e cegos que ainda a assistem, talvez porque moram em regiões em que não chega outro sinal, a Globo aparece com a maior cara de pau terça dia 10 no Jornal Nacional apresentando um vídeo em que Drauzio Varella aparece pedindo desculpas à família do menino estuprado e assassinado pelo transexual Suzy.

Após exibição do vídeo, o apresentador William Bonner acrescentou que o Fantástico e a Globo também pediam desculpas à família do menino assassinado e aos telespectadores.

As respostas a essas desculpas furadas estão sendo dadas hoje por milhões de internautas nas redes sociais que não fazem outra coisa que não seja repudiar a emissora e seus programas fajutos e destruidores da moral.

Esse fato ocorrido no Fantástico é apenas a continuação do que acontece todos os dias nas novelas e nos programas humoristas da emissora que não fazem outra coisa que não seja aplaudir e incentivar os erros mais absurdos relativos à questão moral. Só no programa do Faustão, se direitos humanos fossem levados a sério no Brasil o referido programa já estaria fora do ar há muito tempo pois a base é o desrespeito às pessoas.

A Rede Globo aguarda desesperada 2021, quando faltará um ano para encerramento de sua concessão e Bolsonaro já poderá caçar sua licença se até lá não mudar de atitude e pagar as dívidas que tem com o governo.

Como nenhuma das alternativas vai acontecer, seu fechamento é inevitável. Até lá continuará se agarrado numa audiência dos cafundós do Brasil onde não há outro sinal e as recepções de consultórios em que as recepcionistas esquecem a TV ligada sem ninguém prestar atenção nos programas. (Leonardo Bezerra)