O isolamento social é prejudicial no combate a pandemia; Bolsonaro estava certo

09/04/2020

Finalmente especialistas começam a divulgar que o contágio do Covid-19 só vai diminuir quando tiver infectado 50% da população e quanto maior for o contágio mais rapidamente passa. Esse contágio não significa morte nem sequer em muitos casos algum sintoma. Mas para os governadores, prefeitos e mídia isso não interessa, pois perceberam na pandemia a grande oportunidade de voltar à corrupção e desvio de verbas que já vem acontecendo.

Com a rigidez e controle do governo Bolsonaro a corrupção praticamente parou no Brasil, chegando a zerar em 2019. Entretanto os corruptos estavam à espreita aguardando uma oportunidade. E esta surgiu com o evento da pandemia, quando o estado de calamidade permitiu-lhes fazer compras milionárias de equipamentos, serviços, etc. sem nenhuma licitação, ou seja, podem comprar de quem quiser sem antes pesquisar preços.

Isso abriu as portas para a corrupção. No Rio de Janeiro já tinha até empresa de informática que ia fornecer respiradouros e a coisa não para mais.

Os elefantes brancos, "hospitais de campanha" custando milhões cada um, estão vazios. Apoiado na ideia de que o público não tem acesso a eles, pois só recebem pessoas que passaram antes pelos hospitais, é um prato cheio para quem quer esconder o número de internados. Quem já viu alguma reportagem ou mesmo foto de um desses hospitais com os leitos ocupados?

Para governadores e prefeitos quanto mais durar a pandemia melhor. Por um lado, gera o caos financeiro com o propósito de derrubar Bolsonaro, por outro recebem milhões para gastar a vontade com a questão da pandemia.

Assim, fazem de tudo para que as pessoas fiquem em casa, desde ameaças até prisões. Combatem de toda maneira, tudo que venha trazer um tratamento efetivo contra o vírus, pois pretendem valer-se dessa situação o máximo possível.

Teve médico aliado ao governo do Estado de São Paulo, David Uip, que até ocultou sobre como foi curado, para não afirmar que há sim, o remédio para a cura.

De repente, a cloroquina, recomendado por Bolsonaro desde o início, tornou-se o inimigo número um dos governadores que, sem entender nada de medicina, negam categoricamente sua eficácia e seu uso.

Para os doentes nos hospitais, que anseiam por um fio de esperança de uma cura, essa negação do uso do remédio por esses oportunistas é um crime. Mas eles são capazes de tudo para manter o povo privado de informações verdadeiras.

Os governadores contam com aliados fortes, que tem o mesmo objetivo de promover o caos no Brasil. Assim, rapidamente, STF impede Bolsonaro de acabar com a quarentena horizontal nos estados. Alexandre de Morais atendendo pedido da OAB decretou o seguinte:

"Não compete ao Poder Executivo federal afastar, unilateralmente, as decisões dos governos estaduais, distrital e municipais que, no exercício de suas competências constitucionais, adotaram ou venham a adotar, no âmbito de seus respectivos territórios, importantes medidas restritivas como a imposição de distanciamento/isolamento social, quarentena, suspensão de atividades de ensino, restrições de comércio, atividades culturais e à circulação de pessoas, entre outros mecanismos reconhecidamente eficazes para a redução do número de infectados e de óbitos, como demonstram a recomendação da OMS".

Assim, parece que não estamos mais num regime presidencialista, em que o Governo Federal é o chefe dos governos estaduais, mas sim numa anarquia em que todos mandam ao mesmo tempo. Ou então este poder foi tirado de Bolsonaro sem mais nem menos.

Mas enquanto toda essa turma tenta a todo custo promover a desordem, a fome e o desperdício de milhões Bolsonaro incansável, faz um trabalho de primeira como um verdadeiro estadista; promove a hidroxicloroquina e já anunciou a chegada prevista para sábado, de matéria-prima vinda da Índia para a fabricação do medicamento.

Quanto a insistência de autoridades sem uma maior visão, de que o Brasil deve seguir orientações da OMS, não levam em conta que dita organização é praticamente falida no que tange a sua forma de pensar e agir, inclusive rebaixada pelo presidente americano Trump e muitas outras autoridades do mundo que já perceberam o alinhamento da organização com a China e seus interesses. Portanto, como sempre, Bolsonaro tem razão e sabe muito bem o que está fazendo. (Leonardo Bezerra)