O preço da gasolina é denunciado pela primeira vez na história e descoberto todos os erros

09/02/2020

O Governo Bolsonaro é mesmo inovador e sem medo. É o primeiro a ter coragem de denunciar e tentar mudar tudo que há de errado com o ICMS que vai para os governos dos estados. É o mesmo que mexer em um ninho de abelhas ainda mais porque quase todos os estados tem governos de partidos de esquerda.

O ICMS, imposto sobre circulação de mercadorias e serviços é um imposto estadual. Segundo a Lei que define o ICMS, ele deveria ser gerado na base de cálculo de toda mercadoria ou serviço assim que saísse da fábrica (circulasse) e isso deveria ser expresso na nota fiscal do fabricante dirigida ao revendedor.

Só que na prática isso não acontece, isso sem mencionar as tarifas abusivas dos estados sobre esse imposto.

Claro que como qualquer imposto, nem fabricante, nem revendedor não paga nada, pois é repassado para o valor final do produto, assim, quem paga é quem ficar por último com a mercadoria ou serviço, ou seja, o consumidor final, que é o público.

O problema do ICMS sobre os combustíveis, é que não é calculado direto da base de cálculo original, ou seja, quando sai da refinaria além de que qualquer erro por mínimo que seja em combustíveis, vem afetando todo o resto da economia pois tudo depende de transporte.

Em todos esses anos de PT, governadores dos estados fizeram a festa com o ICMS e Bolsonaro é o primeiro Presidente da República que tem a coragem de mexer no vespeiro pois do Capitão nenhuma falcatrua escapa. No dia 7 o Presidente compartilhou a explicação de um jornalista gaúcho que bem exemplifica o que acontece com o preço final da gasolina nos estados.

O jornalista Gustavo Victorino, que é também advogado e radialista explica o seguinte em vídeo:

"Vou mostrar para vocês como é a composição do preço da gasolina. Ao contrário do que os outros pensam, os 30% do ICMS não é cobrado do valor da gasolina que sai da refinaria. [...] Aí vem a 'vigarice', os postos e o consumidor pagam ICMS não sobre o preço do combustível. É pelo preço que o governo 'acha' que será vendido".

Nesse caso, segundo o jornalista, na prática são 70% de impostos cobrados pelos governos estaduais direto sobre o combustível que sai da refinaria. Como exemplo mencionou que quando o governo do RS prevê como referência para cobrança um preço final da gasolina a R$4,68 é sobre essa base que é cobrado os tais 30%. Portanto daria R$1,40 de imposto sobre a gasolina que sai em média 2,09 da refinaria.

Cabe lembrar, que sobre combustíveis, assim como outras mercadorias, ainda incide outros impostos, despesas com transporte e o lucro dos postos. E tudo isso quem paga é o consumidor final.

A ideia de Bolsonaro é zerar o ICMS sobre os combustíveis, o que traria inúmeros benefícios, pois os preços seriam reduzidos, e assim, maior poder de compra dos consumidores, menos gastos com transportes, etc. Praticamente todos os outros produtos seriam beneficiados, pois dependem de transporte. Para os governos dos estados não haveria grandes alterações pois continuariam ganhando com os outros produtos.

Bastou Bolsonaro mencionar a ideia e já ganhou uma enxurrada de inimigos entre governadores e políticos de todos os níveis. Mas Bolsonaro é o presidente de maior firmeza e poder de decisão. Assim, mesmo contra todos, o Governo vai seguir adiante com a ideia. ´

É um governo que pensa acima de tudo no povo. Tem feito de tudo para reduzir DPVAT, IPTU, multas e tudo que atinge a população de maneira abusiva e injusta. Este é o presidente sonhado por todos. Para não ver isso, tem que ser de uma ignorância muito grande, que é o caso dos ainda adeptos do PT. (Leonardo Bezerra)