Os anos de ouro dos Governos Militares que livraram o Brasil do comunismo

14/01/2020

O terror da esquerda sempre foi as forças armadas. Isto porque, ao contrário dos países da América Latina, onde os militares se venderam aos partidos de esquerda, no Brasil isso nunca aconteceu. Os militares por aqui são extremamente patriotas. Por isso esse medo enraizado em todo petista. Claro que a esquerda fez a festa nestes anos de poder, difamando de todas as maneiras o passado do governo militar no Brasil.

Gerações inteiras de estudantes da era PT aprenderam a ver nos militares uma ditadura. O que não é verdade. Os livros escolares não usam o termo "governo militar" e sim ditadura militar.

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Caba agora, que chegou a vez da direita, derrubar todas essas mentiras inventadas pelos inimigos da nação.

No início de 1964, a situação estava caótica com o governo João Goulart, que sucedera Jânio Quadros, trazendo propostas absurdas da implantação do comunismo no país.

Sua aproximação com os países comunistas era clara e declarada. A população conseguiu perceber suas intenções a tempo e não restava outra alternativa senão recorrer as forças armadas. Ao contrário dos dias atuais, naquela época quem estava contra o comunismo era a população, incluindo a classe média, a imprensa, a igreja, empresários e a influência dos Estados Unidos.

Com incentivo do povo, os generais iniciaram a chamada "Revolução de 1964" em 1º de março e completou-se em 1º de abril do mesmo ano, com o afastamento de João Goulart, que fugiu do país, ficando o marechal Humberto de Alencar Castelo Branco no poder. A Revolução durou de 1964 até 1985.

Os inimigos; como sempre, artistas, políticos, sindicatos. Com o tempo, todas aquelas pessoas havidas por poder e outras com anseios de permissividade, foram se unindo contra o Regime Militar até gerar guerrilhas e bandidos de toda espécie como a Dilma, depois Lula usando os sindicatos e muitos outros.

A diferença é que a esquerda daquela época era violenta, na base das armas, assalto a bancos, mortes, sequestros. Os movimentos entre outros foram: Frente Ampla, artistas, luta armada, MR, VPR, Guerrilha do Araguaia, sindicatos do ABC, etc. E assim, a resposta tinha que ser também violenta, com prisões e repreensão. Hoje, a esquerda só conta o lado de repreensão militar e nunca o lado da extrema violência que usavam em seus propósitos.

Mas o Governo Militar não foi só combate a extrema esquerda, foi algo que transformou o Brasil. Nessa época surgiu o chamado "milagre Brasileiro". Os militares conseguiram tirar o Brasil do atraso e transforma-lo num país pujante. Hoje, praticamente tudo que temos em termos de desenvolvimento vem dessa época. As estradas cortando o país, as ferrovias, portos, aeroportos, a indústria automobilista e milhares de outras, as exportações e a lista é infindável.

Além desse grande progresso tirando o Brasil do atraso e colocando-o como o mais desenvolvido da América do Sul, o legado militar foi ainda maior naquilo que mais importava para os brasileiros, a questão ética e moral.

Os homens e mulheres eram verdadeiros, autênticos, honestos, prestativos. Não precisava fazer-se leis para defender mulheres, crianças, idosos, deficientes, etc. As próprias pessoas os defendiam.

Das escolas vinham o maior exemplo. O ensino público era considerado melhor que o particular. A matéria "Educação Moral e Cívica" fazia parte do currículo. Os professores eram autoridades que deviam ser respeitas por alunos e pelos pais. Os uniformes, não eram uma simples camiseta ou trajes esportivos, mas roupa social que deviam estar sempre impecáveis.

Desemprego durante todo o Regime Militar era desconhecido. Nas fábricas haviam placas com o tradicional "precisa-se", com listas enormes de cargos. Ficava até difícil encontrar mão de obra. Quem ficasse sem trabalhar podia-se mesmo chamar-se de "vagabundo", pois emprego era o que não faltava.

Na periferia, haviam casas verdadeiras, com jardim na frente, garagem e quintal nos fundos. A primeira coisa que um jovem pensava quando começava a trabalhar era em comprar um terreno e construir uma casa decente. Havia ganhos e estabilidade no emprego que facilitavam esse sonho. Hoje, as pessoas vivem aglomeradas transformando a casa antiga dos país num cortiço, com um amontoado de minúsculos cubículos.

O dinheiro circulava com facilidade. Os cinemas e teatros viviam cheios. As pessoas compravam jornais, revistas e livros. A palavra inflação era desconhecida da população.

Em São Paulo, ruas do centro, que hoje são um lixão, como a Rua Direita, José Bonifácio, Barão de Itapetininga, São Bento, eram abarrotas de lojas e na rua era difícil de se andar com tanta gente. Era um Brasil de oportunidades para todos.

De drogas quase não se ouvia falar. Feminismo, Movimentos LGBT e outros do gênero não existiam. Quem tinha problemas desse tipo, mantinha para si, não precisava ficar jogando na cara da sociedade.

É todo esse milagre brasileiro, esquecido por muitos e desconhecido das novas gerações, organizado e mantido pelos Governos Militares, que os partidos de esquerda fizeram de tudo para destruir e para esconder das pessoas. Taxando os militares de ditadores e mostrando a repreensão à criminosos como se fosse algo errado. Nenhum chefe de governo militar terminou seus dias como milionário, e sim como um simples aposentado. Corrupção era uma palavra desconhecida.

Agora, esse povo de direita, aliado de Bolsonaro, tem o dever de desmascarar essa esquerda, mostrando a verdade de nosso passado, que foi feita por heróis que não tinham medo de enfrentar o comunismo de frente. Devemos agir sem medo como faz o nosso presidente. (Leonardo Bezerra)