Bolsonaro dispensa Roberto Alvim da Secretaria da Cultura e convida Regina Duarte para o cargo

18/01/2020

Em governos esquerdistas secretários e ministros faziam o que queriam e nem sequer repreensão recebiam. O capitão mostrou que em seu Governo a coisa é diferente. Bastou uma frase semelhante à usada por ministro nazista de Hitler e Alvim está fora. Bolsonaro convida agora Regina Duarte, uma da poucas artistas que souberam manter postura correta enfrentando a poderosa esquerda de sua época transformando-se numa espécie de ovelha negra quando a moda era ser de esquerda.

A Secretaria Especial de Cultura é uma das mais importantes criadas no novo Governo, pois a cultura é o retrato de um povo. E esta cultura tem que ser baseada em tradição e patriotismo. E é esse o pensamento do Governo Bolsonaro, o de resgatar nossos valores envolvendo a nossa história e a arte, que foram totalmente vilipendiados e deturpados pelos governos de esquerda.

Conheça maiores detalhes da dispensa de Alvim no Programa Pauta do Dia na página inicial

Ainda em recente live de Bolsonaro, Alvim e o ministro da Educação Abraham Weintraub, foi anunciado um investimento de R$ 20 milhões do Fundo Nacional de Cultura para editais com aportes diretos do governo, ficando definido sete categorias, o prêmio vai selecionar cinco óperas, 25 espetáculos teatrais, 25 exposições individuais de pintura e 25 de escultura, 25 contos inéditos, 25 CDs músicas originais e 15 propostas de histórias em quadrinhos.

Em 2019, o Governo Bolsonaro fez um esforço muito grande para desaparelhar através de uma série de renomeações os principais órgãos como Funarte, Fundação Palmares e Fundação Casa de Rui Barbosa, entre outros, com a finalidade de livrar esses órgãos do extremo liberalismo de esquerda que não permitia a aproximação de uma cultura do bem.

É sempre bom recordar no que vinha se transformado a cultura no Brasil, notadamente no governo Dilma, onde verdadeiras aberrações como as exposições do "Santander" tiveram lugar chocando a população com ofensas à religião, desrespeito às crianças e tudo o mais que de arte não tinha nada.

Bolsonaro defende uma cultura brasileira verdadeira, baseada em nossos valores. Pretende inclusive que sejam feitos estudos para a recuperação da história do Brasil, que durante décadas foi desviada pela esquerda.

O convite à Regina Duarte pode ser aplaudida por muitos que percebem na artista um baluarte que soube resistir as tentações da esquerda numa época em quase todos os artistas eram adeptos de Lula.

Uma das poucas artistas que teve a coragem de apoiar Bolsonaro em sua campanha eleitoral, num momento em que todos ou eram contra ou silenciavam por estarem comprometidos com a esquerda de onde provinha seus milhões e boa vida.

Por outro lado, pode haver quem afirme que para uma pasta tão importante, que pode inclusive moldar o futuro das próximas gerações, talvez fosse importante um especialista de relevo. Entretanto Bolsonaro nunca erra. E nas poucas vezes em seu governo em que alguém cometeu o mínimo deslize, ele não teve a menor dificuldade em despedi-lo imediatamente.

Com a queda da Globo, que ocorrerá inevitavelmente, e com o pente fino e parada de recursos da Lei Rouanet, muitos artistas não terão outra saída senão trabalharem de verdade. Daí a importância de Regina Duarte, por seu exemplo pode vir a ser inspiração para que percebam que a arte verdadeira ainda é possível no Brasil e nos próximos anos será ainda mais. (Leonardo Bezerra)