Universidades; território livre da esquerda e berçário de comunistas

29/12/2019

A maior deturpação e destruição da sociedade não vem de baixo como se pensa, mas de cima, das universidades. Berçário de comunistas, território livre das drogas, prostituição, sexo livre, ideologias das mais destruidoras e por último até plantio de maconha.

Esse é o cenário principalmente das universidades federais. A maioria da população tem a ideia de que o pior da sociedade vem de locais como a "cracolândia, em São Paulo", de comunidades carentes e até mesmo dos famosos morros do Rio de Janeiro, berço de traficantes. Mas isso é fichinha se comparado com os males que irradiam das universidades.

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Enquanto que nos locais referidos há uma mistura de trabalhadores junto com delinquentes e é possível de se combater com o uso da Lei, as universidades são territórios livres, impenetráveis. É quase impossível alguém de direita sobreviver com seus ideais intocáveis, pois é perseguido, humilhado e as vezes até agredido fisicamente.

É um mau que vem do alto. Não foi por acaso que o governo do PT investiu bilhões nas universidades enquanto deixava na miséria as escolas do ensino fundamental. Não interessava uma boa formação da criança, mas sim a doutrinação de esquerda.

Esses doutrinados, saem às ruas para apoiar todo tipo de degradação da sociedade que vai desde parada gay, até apoio às pretensas artes cheias de sacanagem como ocorreu no passado na exposição do "Santander" e outras.

O pior de tudo é que estão infiltrados por toda parte. Nas empresas, tentando deturpar o pouco de moralidade que ainda resta, em casa, combatendo os país e parentes que tem sua base no tradicionalismo e pior ainda quando tem formação em áreas críticas como professores, pois não deixam de levar seu ideal comunista e de miséria humana para seus alunos, deturpando o ensino, distorcendo a história do Brasil, priorizando as ideias de ideologia de gênero e distorcendo o verdadeiro crescimento do país que se dá com o Governo de Direita.

Para se ter uma ideia dessas belezinhas que saem das universidades, eis alguns de seus recentes atos:

Em agosto os alunos do centro acadêmico do centro de medicina da USP promoveram a "semana da diversidade", na qual apresentaram a oficina de masturbação feminina e "gaymada";

Em abril ocorreu na Universidade Estadual de Maringá, o "V Simpósio Internacional em educação sexual", onde alunas realizaram atos eróticos para o público;

Dissertação para o seu autor ter experiências sexuais em um banheiro público nos sanitários da Estação da Lapa e adjacências;

Tese com relatos de orgias gays. Territórios de intensidade e socialização masculina;

Tese sustentando que "não é possível afirmar que a pedofilia seja em sua totalidade, sinônimo de violência sexual contra criança. E a canalhice vai longe, impossível de enumerar.

As pessoas imaginam o ambiente universitário, no que se refere a área física do local, é aplausível, limpo, organizado, mas é ao contrário. A sujeira predomina, pichação é a decoração principal e não é uma pichação inocente como as dos adolescentes, mas sim da pesada mesmo; com ideologias, palavrões e tudo que não presta.

Como é que um povo desse, sai depois para as ruas para exercer uma profissão? Isso gera profissionais totalmente deturpados, preparados não para a profissão, mas para a irradiação de males por onde passam.

Nenhuma universidade brasileira se encontra sequer entre as 100 melhores do mundo. Seus reitores são membros de partidos como PSOL, PCdoB, PSB, PT e outros da mesma linha.

Quando o Ministro Abraham Weintraub falou sobre plantação de maconha em universidades federais, as pessoas viram como um escândalo. Mas isso é só uma gota no oceano de males que assolam as universidades brasileiras.

Agora, o primeiro passo já está sendo dado pelo Governo de Bolsonaro; a mudança dos reitores, sendo estes agora indicados pelo Governo sob critérios rigorosos. A mudança de vários dos currículos que estão cheios de ideologias. O que Bolsonaro pretende é que as universidades formem profissionais competentes e não zumbis ideológicos. (Leonardo Bezerra)